quarta-feira, 4 de março de 2015

Matar mulher vira crime hediondo no Brasil

A pena para covardes assassinos de mulheres vai aumentar no Brasil e espera-se que com isso diminuir a violência doméstica no país.A Câmara dos Deputados (foto acima) aprovou nesta terça-feira (3) - às vésperas do dia da mulher, comemorado dia 8 de março - um projeto de lei que inclui o chamado feminicídio no Código Penal e passará a ser agravante do crime de homicídio, além de ser classificado como hediondo, quando a pena inicial tem que ser cumprida necessariamente em regime fechado e a progressão de regime leva mais tempo.

Hoje, as circunstâncias previstas como agravante são meio cruel, motivo fútil, motivo torpe, impossibilidade de defesa da vítima e quando é praticado para acobertar outro crime. 

A pena de prisão para homicídio simples varia de 6 a 20 anos. 
No caso do homicídio qualificado, onde se incluirá o feminicídio, a pena vai de 12 a 30 anos.
Com a sanção do projeto, que segue agora para a presidência da república, a pena será agravada em um terço até a metade se a mulher estiver grávida, ou nos três meses posteriores ao parto. 

Também haverá aumento nessa mesma proporção se o crime for contra pessoa menor de 14 anos, maior de 60 anos ou com deficiência. 

Se cometido na presença de filhos, netos ou pais da vítima, a pena também sofrerá aumento.

Ex-ministra da Secretaria de Direitos Humanos, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) comemorou a aprovação. 

"Vai penalizar mortes de mulheres em decorrência da violência ", disse. 


Fonte Só Noticia Boa

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T.O

Vovós acordam às 4h: cuidam de 1.300 cães

Um ato completo de generosidade e altruísmo.
5 idosas acordam todo dia às 4 da madrugada para cuidar de mais de 1.300 cães que, sem elas, muito provavelmente já teriam sido eutanasiados.
Elas cuidam da refeição dos animais (400 quilos por dia), dão água a eles e garantem que tenham os cuidados básicos.

O bom exemplo vem de Weinan, na província chinesa de Shaanxi.
Há 6 anos, bem na época em que a China introduziu a lei que famílias só poderiam ter 1 cachorro, Wang Yanfang criou um asilo para cães.

Foi uma maneira de salvá-los do fim incerto que encontrariam nos abrigos locais.
Desde então, Wang, com a companhia de 4 amigas voluntárias, dedicam suas vidas para os cães. 
Todo esse trabalho é financiado unicamente com doações do público.
Apesar das adversidades, Wang declarou ao Tencent News que não se imagina longe deles.
” Eles são como nossos filhotes, você não consegue ficar longe ou perdê-los.”



Fonte Só Noticia Boa

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T.O

terça-feira, 3 de março de 2015

Roqueiros com Down e Autismo vencem seletiva

O poder da música é inexplicável.
Quatro roqueiros com dificuldade de aprendizagem - diagnosticados com autismo e síndrome de Down - ganharam a seletiva nacional de um prestigiado concurso europeu de música Eurovision Song Contest.Eles formam uma banda de punk, representarão a Finlândia na semifinal.  (vídeo abaixo)

O grupo A banda Pertti Kurikan Nimipaivat (ou só PKN) foi criada em 2009 durante um seminário organizado por uma associação que apoia pessoas com deficiência. 
A banda vai competir com uma canção de protesto chamada "Aina mun pitää" ("sempre tenho que", em tradução livre), que dura apenas 90 segundos. 

A PKN obteve mais de 36% dos votos na seletiva nacional, realizada na noite do último sábado.
O baixista Sami Helle lutava para conter as lágrimas após a vitória, e disse que espera que "as pessoas realmente estejam prontas para a música punk de quatro homens com deficiência".
A Finlândia venceu a edição de 2009 do Eurovision Song Contest, representada pela banda de rock Lordi.

Ouça o som deles:











Fonte Só Noticia Boa

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T.O

Novo amigo: ele aliviava dor do cão no lago

Lembra da foto acima, o cachorro Shoep e seu dono John Unger, um salvando a vida do outro? 
Unger tinha que ninar seu animalzinho no lago para amenizar as dores da artrite do cão idoso.
Essa relação de dependência evitou o suicídio de Unger, depois do fim de um relacionamento difícil.
Nenhum cão nunca vai substituir Schoep, que se tornou uma sensação na internet, meses antes de morrer, em 2013.
Mas esta semana, Unger adotou um novo cachorro, chamado Bear (foto abaixo) e seu post no 
Facebook teve mais de 80 mil curtidas.
Ele postou a notícia na semana passada dizendo "Eu estou inteiro de novo ..."

As curtidas foram de uma comunidade que se reuniu em torno Unger quando Schoep morreu.

O cão
Schoep foi quando tinha apenas 8 meses de idade. 
O cão tinha sido maltratado por seu ex-dono, mas teve tempo de conhecer e confiar em Unger. 

Os dois desenvolveram um vínculo tão forte que Unger acredita que Schoep o salvou de uma depressão profunda após o rompimento conturbado de um relacionamento.

Quem tem, ou teve um cão amigo pode entender bem essa relação de amor, carinho, admiração e saudade.




Fonte Só Noticia Boa 

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T.O

segunda-feira, 2 de março de 2015

Branco ou azul? A ciência explica a confusão causada pela cor do vestido

A foto de um vestido circulou nas redes sociais na noite desta quinta-feira provocando controvérsia: algumas pessoas o enxergam azul com rendas pretas enquanto outras juram que a peça é branca com rendas douradas.
Quem postou a foto na internet foi a cantora escocesa Caitlin McNeill, alegando que ela e seus amigos não concordavam sobre a cor da peça. A imagem se espalhou pelas redes sociais e o debate ganhou o mundo. Uma pesquisa feita pelo site Buzzfeed, respondida por 2,5 milhões de pessoas, mostrou que 70% delas viam o vestido branco e dourado. Estavam enganadas. Caitlin revelou que o vestido é azul e preto.
Uma das primeiras hipóteses levantadas para explicar o fenômeno foi a diferença das telas de celulares e computadores nas quais as pessoas viam a imagem. Esta teoria foi rapidamente derrubada, porque pessoas olhando a foto no mesmo aparelho ainda discordavam sobre a cor do vestido. 
A ilusão é um efeito provocado pelo mecanismo do nosso cérebro que faz com que a gente enxergue as cores de forma constante. Denominado constância da cor, o fenômeno permite que a gente saiba que, em um local escuro ou sob intensa luz solar, os objetos têm as mesmas cores, ainda que aparentem estar diferentes.
Olhos — Nossos olhos possuem três tipos de cones, células com capacidade de reconhecer cor: um para o azul, outro para o verde e o último para o vermelho. Quando a luz refletida por algum objeto chega a essas células, cada cone registra a intensidade da sua cor naquela luz. Ao serem ativadas as regiões que reconhecem azul e vermelho, por exemplo, o cérebro calcula que o objeto tem um tom de magenta.
“Se um objeto está sendo iluminado pelo Sol, uma cor vem para os sensores do olho, mas se o mesmo objeto for iluminado por uma lâmpada fluorescente, essa cor já fica diferente”, explica Maria José Santos Pompeu Brasil, pesquisadora do departamento de física de matéria condensada do Instituto de Física da Unicamp. Como o cérebro está acostumado com as mudanças de fontes luminosas no cotidiano, ele trabalha para equilibrar esse efeito.
No entanto, em uma situação em que a fonte que ilumina o objeto não está explícita e faltam referências de cor ao seu redor, cada um pode interpretar a imagem como quiser e, inconscientemente, obter resultados distintos. “A foto do vestido não tem boa informação de luminosidade, nem outros objetos próximos que deem uma referência de sua cor”, afirma a pesquisadora. “Assim, nosso cérebro define qual fonte luminosa ele acha que é, mas sem boas dicas cada pessoa pode tirar conclusões diferentes.”
Maria explica que, em geral, ilusões de ótica são feitas para enganar todas as pessoas igualmente. Neste caso, algumas pessoas veem a cor verdadeira do vestido e outras não. “Por isso a imagem é surpreendente”, diz.


Fonte Veja

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'Não é uma coisa de outro mundo', diz brasileira que pode ir a Marte

Na semana passada, a missão Mars One anunciou os 100 finalistas de um processo que vai escolher 24 pessoas para colonizar Marte a partir de 2025 — com passagem só de ida. Dos mais de 10.000 brasileiros que se cadastraram, restou apenas uma: a professora universitária Sandra da Silva, de 51 anos, de Rondônia. 
Chamada de maluca pelos próprios familiares, Sandra encara com tranquilidade a perspectiva de abandonar a Terra para nunca mais voltar. “Desde pequena, gosto de ficção científica. Eu não poderia virar as costas para um sonho”, disse Sandra ao site de VEJA. Professora de administração e sistemas de informação da Faculdade Porto Velho, ela também se dedica a montar aquários, tem um clube de ciências para crianças e escreve livros — foi pesquisando para um deles que ela descobriu a possibilidade de ir a Marte.
Por trás desta empreitada está uma fundação privada holandesa, que pretende criar uma colônia humana em Marte. A estimativa é que a viagem que levará os primeiros quatro colonizadores dure sete meses e custe 6 bilhões de dólares. Em Marte, os escolhidos terão de cuidar de seu próprio suprimento de água, oxigênio e comida, além de se dedicar à pesquisa científica. 
O Mars One desperta ceticismo na comunidade científica. Muitos duvidam que a tecnologia necessária para chegar ao planeta e manter uma colônia por lá está longe de ser alcançada. Ao analisar o projeto, um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), chegou à conclusão de que os astronautas começariam a morrer após 68 dias em Marte.
Mesmo alguns dos mais notórios apoiadores do projeto já não botam a mão no fogo por ele, a exemplo do cientista holandês ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1999, Gerard't Hooft. Em entrevista ao jornal The Guardian, na segunda-feira, Hooft afirmou que a missão "vai demorar um pouco mais e ser um pouco mais cara" que o previsto. O cientista estima que um projeto tão grandioso leve mais 100 anos para ser realizado e custe dezenas de bilhões de dólares. Sandra discorda dos especialistas: “A Nasa possui um projeto para levar astronautas a Marte em 2030, cinco anos depois do Mars One. Eu não vejo porque é viável para a Nasa e não para o Mars One”.
Seleção — Sandra passou por três etapas do processo de seleção e deixou para trás mais de 200 000 candidatos de 140 países. Na quarta e última fase, os finalistas terão de demonstrar habilidade para viver situações extremas e de trabalhar em conjunto. As principais qualidades esperadas deles são "capacidade de adaptação, tenacidade, criatividade e compreensão dos outros", segundo Norbert Kraft, diretor médico da Mars One. Os 24 escolhidos serão, então, divididos em seis grupos de quatro pessoas e farão a viagem com dois anos de intervalo. 
Enquanto aguarda as instruções sobre a etapa decisiva do processo seletivo, Sandra se prepara como pode para virar colonizadora. Na entrevista a seguir, ela conta que faz exercícios físicos, aulas de inglês e estuda sobre Marte na expectativa de ir para lá e nunca mais voltar. 
Boa parte da comunidade científica não acredita nessa missão. Por que a senhora pensa diferente? Todo dia alguém me chama de maluca, mas eu não esquento a cabeça com isso. É falta de informação, o brasileiro infelizmente não tem uma educação voltada para a ciência. A Nasa possui um projeto para levar astronautas a Marte em 2030, cinco anos depois do Mars One. Eu não vejo porque é viável para a Nasa e não para o Mars One, quando ambos estão utilizando tecnologia da mesma fonte. A SpaceX, empresa privada que cria foguetes para a Nasa, também é fornecedora do Mars One, por exemplo. É algo que ninguém fez antes, então sempre haverá críticas. 
Como sua família reagiu quando a senhora se inscreveu no programa? A princípio, escondi dos meus familiares. Depois de um tempo contei para minha irmã, que me chamou de maluca, e para meu pai, que reagiu melhor. Agora eles me apoiam, mas não gostam a ideia. Eu não tenho filhos, e se tivesse não faria uma coisa dessas. Marido é mais fácil largar, mas eu não sou casada. As pessoas imaginam que é um processo de absoluto isolamento, e não é, a gente vai continuar conversando pela internet e pelas redes sociais. Não é uma coisa de outro mundo.
Por que a senhora se inscreveu no Mars One? Desde pequena gosto de ficção cientifica. Um dia estava fazendo uma pesquisa para um dos meus livros e encontrei o portal do Mars One. No começo vi com incredulidade, pois esperava que as agências espaciais se encarregassem dessas missões, mas li o projeto e entendi que havia viabilidade técnica. Pensei por duas semanas e decidi que não dava para virar as costas para um sonho.

Qual é o sentido desta missão para a senhora? A exploração espacial é essencial porque estamos explorando demais a Terra. Não há como a população parar de se reproduzir, então teremos de buscar recursos em outros lugares daqui a cinco, seis gerações. Se não começarmos a explorar o espaço agora, a espécie humana pode ficar comprometida. 
O que espera encontrar em Marte? Bastante trabalho. A gente terá de extrair água, produzir oxigênio e comida e construir as novas estruturas para tornar o ambiente o mais confortável possível, já que se trata de um lugar inóspito. Eu espero também fazer pesquisa. Diversas universidades já apresentaram seus projetos para o Mars One. Eles serão levados para Marte e executados pelos colonizadores que estiverem lá. 
Como está se preparando para a missão? Minha maior barreira é o inglês, que nunca aprendi bem, mas será essencial para me comunicar com as outras pessoas. Por isso, faço aula com um professor seis vezes por semana. Também me exercito diariamente para emagrecer e leio bastante sobre o projeto. O Mars One fornece material de estudo sobre Marte, a missão e as questões técnicas a respeito dela.
O projeto prevê os primeiros lançamentos para daqui a dez anos, quando a senhora terá, no mínimo, 61 anos. A idade pode ser um empecilho para a sua ida? O projeto reconhece que a idade não é problema, desde que você tenha condições de saúde adequadas, boa forma física e equilíbrio emocional. Eu tenho disposição física e acredito que 60 anos hoje, com o estilo de vida que levamos, não são os 60 anos nos tempos dos nossos avós.
Qual será o aspecto mais dicífil da vida em Marte? Um astronauta da Estação Espacial Internacional (ISS) certa vez disse que, mesmo convivendo com as pessoas dentro da estação, você sente a falta de contato com outros humanos. Ele disse também que sente saudade de coisas que nem percebemos que existem — no caso dele, o cheiro de terra. Eu acredito que só depois de ser colocada naquele ambiente eu vou perceber algumas coisas. Certamente sentirei saudade da minha família e do convívio com a natureza, pois vivo na Amazônia e estou acostumada com a exuberância da floresta, os rios, a fauna. Mas eu estou consciente de que, se for selecionada, será uma missão sem volta.



Fonte Veja

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Vem aí o maior eclipse solar desde 1999

O maior eclipse solar registado desde 1999 será no próximo dia 20 de março.
O eclipse solar acontece quando a Lua fica diretamente entre a Terra e o Sol e "lança" uma sombra sobre a superfície terrestre, como mostra a foto acima, divulgada pela NASA.

Infelizmente o fenômeno não poderá ser visto no Brasil. 
Já quem estiver no hemisfério norte poderá ter uma visão privilegiada do eclipse.

Ele só será observável na sua (quase) plenitude nos países mais do norte da Europa, como a Noruega e a Islândia, onde a "escuridão" poderá ultrapassar os 90%.
 
Quando
De acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), em Portugal, o eclipse começará a ser visível por volta das 08.00h da manhã (horário de Portugal) de dia 20 de Março.
Seu pico de obscuridade, que não deverá ultrapassar os 65%, será duas horas depois. 
 
A aproximação do evento está a chamar a atenção dos responsáveis do setor da energia, porque com a crescente utilização da eletricidade produzida a partir do Sol em muitos países europeus, o eclipse poderá perturbar, temporariamente, o abastecimento energético em determinados locais.
 
Energia
A European Network Transmission System Operators for Electricity (Entsoe), organização que representa os operadores de eletricidade europeus disse à AFP que o eclipse de 20 de Março será "um teste sem precedentes ao sistema elétrico da Europa". 
 
O último grande eclipse do Sol foi em Agosto de 1999 e o eclipse de Março será o último eclipse total visível na Europa durante mais de uma década, já que o próximo deverá ocorrer somente a 12 de Agosto de 2026.
 
Cuidados
É recomendável não olhar diretamente para o Sol durante o eclipse. 
Os apreciadores devem usar óculos de proteção especiais e nunca optar por binóculos, óculos escuros convencionais ou telescópios sem filtros, sob pena de danificar permanentemente a visão.


Fonte Só Noticia Boa

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