quinta-feira, 17 de abril de 2014

Google lança Google Transit em 6 cidades-sede da Copa 2014

#Google #Transit

São Paulo - De olho na Copa, o Google passou a oferecer nesta semana o Google Transit para seis cidades-sedes do torneio. Com isso, o recurso fica disponível para todas as capitais que receberão jogos do Mundial.

Brasília, Cuiabá, Manaus, Natal, Recife e Salvador são as cidades que passaram a contar com o Transit. O recurso do Google Maps oferece informações detalhadas sobre transporte público e pode ser acessado por desktops e gadgets com sistema operacional Android e iOS.

"O Google Transit facilita os deslocamentos dos usuários e contribui para a mobilidade urbana", afirmou Alessandro Germano, diretor de novos negócios do Google Brasil, em nota divulgada à imprensa.

Navegador de cronogramas

No Google Transit, o usuário tem acesso a uma ferramenta chamada "Navegador de cronogramas". Nela, é possível saber os horários de partida de ônibus, trens e outros meios, as paradas previstas no percurso e o custo da viagem - entre outros dados.

Além das seis cidades-sede contempladas nesta semana, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre vão receber jogos e já contavam com o recurso. Ao todo, 22 cidades do país estão aptas a usar a ferramenta.

No mundo, o Google Transit já está disponível para 2.800 cidades. Ele é um dos aprimoramentos do Google Maps, serviço que vem passando por mudanças. Um exemplo é a possibilidade de traçar rotas entre múltiplos destinos - oferecida desde outubro.




Fonte: Exame

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Empresas de tecnologia da informação preveem contratação de mais de 5.000 profissionais até dezembro

#TI 

Empresas de tecnologia da informação preveem a contratação de pelo menos 5.000 profissionais da área até o fim do ano, de acordo com uma pesquisa feita com 500 empresas do setor pela Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro) com exclusividade para a VEJA.com.

Segundo a associação, essa oferta de vagas pode ser ainda maior, uma vez que empresas de outros setores também estão em busca de profissionais especializados. "Estimamos que essa área precise de pelo menos 130.000 profissionais para crescer e transformar o Brasil em um expoente tecnológico. Carecemos, porém, de políticas públicas efetivas que coloquem o setor como uma das prioridades do desenvolvimento econômico", destaca Roberto Mayer, vice-presidente da Assespro.

O Brasil tem hoje aproximadamente 1,2 milhão de profissionais de tecnologia da informação na ativa. Desses, apenas 400.000 atuam na indústria de tecnologia e o restante em outros setores. Segundo o último Censo do Ensino Superior, cerca de 50.000 estudantes se graduaram para trabalhar nos setores de ciência, tecnologia e engenharia da computação.

De acordo com Luiz Gonzaga Bertelli, autor do livro Escolha Certa: As Profissões do Século 21, a demanda de profissionais especializados nessa área será de pelo menos 300.000 nos próximos dez anos.

Apesar da alta oferta de vagas, o mercado de tecnologia sofre para encontrar profissionais capacitados. Caso da Just Digital, uma das duas únicas companhias no Brasil responsáveis por implementar o sistema Google Enterprise em empresas. Hoje com 33 colaboradores, o grupo pretende chega a pelo menos 50 no fim do ano, mas desde 2013 enfrenta a dificuldade na hora de selecionar os currículos.

"As últimas vagas abertas receberam mais de 150 cadastros. Desses, só conseguimos entrevistar dez pessoas por vaga. A dificuldade está em encontrar um profissional que tenha conhecimentos técnicos e que saiba lidar com as dinâmicas de uma empresa. Não dá para ser um profissional fechado, que executa apenas uma tarefa. O interessado em trabalhar com tecnologia da informação precisa dominar conhecimentos de gestão e, principalmente, saber trabalhar em grupo", explica Rafael Cichini, diretor de operações da Just Digital.

Para Cichini, um problema que agrava a dificuldade das empresas em contratar profissionais qualificados é a disparidade entre os currículos das universidades e os avanços tecnológicos, que criam uma grande defasagem de conhecimento. "As pessoas esperam que as universidades de renome lhes deem uma boa vaga, mas isso não é verdade, os cursos estão defasados e não acompanham o desenvolvimento das empresas. Muitas vezes um garoto que faz um curso livre de curta duração sabe mais do que outro que passou quatro anos na universidade", explica.

Formação constante — Em algumas instituições de ensino, a solução encontrada para lidar com a necessidade de atualização dos alunos foi criar cursos de extensão paralelos à graduação. Essa foi uma das opções encontradas pela Faculdade Termomecânica para reduzir a taxa de abandono nos cursos de tecnologia. Segundo Paulo Marcoti, coordenador do curso de análise e desenvolvimento de sistemas, a taxa caiu 2,5% quando a instituição decidiu oferecer cursos de extensão a seus alunos e também elaborar aulas de reforço para suprir as deficiências identificadas já no vestibular.

"Não adianta o estudante ser brilhante, ele precisa ser formado para desenvolver um produto amigável para o usuário final e isso requer mais do que conhecimento técnico. Se a faculdade não oferecer isso, ele chegará ao mercado defasado", explica.

Luan Gabellini, sócio da start up Betalabs, que cuida da gestão empresarial de 120 clientes, também enfrenta o problema da falta de profissionais capacitados para ampliar o quadro de trabalhadores da empresa. "Por vezes recrutamos estagiários e incentivamos a fazer cursos em uma determinada linguagem de programação, assim conseguimos reter o profissional e garantir que ele seja apto a trabalhar conosco. Mas tamanha é a dificuldade de encontrar gente na área que recentemente chegamos ao ponto de abrir mão da participação em ações para convidar antigos estagiários a serem nossos sócios, para mantê-los na equipe", conta.

Segundo a Impacta, uma das principais escolas de tecnologia do país, a demanda por cursos tem aumentando ano após ano, mas com certas variações que refletem a economia do país. “Ano passado, com os altos índices de venda de smartphones e tablets, a procura maior era por cursos de hardware. Esse ano o cenário mudou: com as empresas querendo aproveitar o filão dos grandes eventos esportivos, já temos maior procura nos cursos de programação e desenvolvimento de aplicativos”, explica Simone Condini, gerente de atendimento da Impacta.

Para Simone, ao contrário do que alguns possam pensar, o setor não está se esgotando. “Formamos em média 3.000 alunos nos cursos de curta duração e a maioria consegue um emprego ainda no meio do curso. Há empresas que nos procuram para conseguir a indicação de um profissional habilitado e por vezes não há candidatos para preencher essas vagas”.

Fonte: Veja

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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Exame de sangue pode identificar a asma, diz pesquisa

#saúde #prevenção #asma #examedesangue

Pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, descobriram uma maneira rápida, barata e precisa de diagnosticar casos de asma: o exame de sangue. Os estudiosos detectaram uma correlação, antes desconhecida, entre pacientes asmáticos e o comportamento de um tipo de células brancas no organismo. A partir dessa descoberta, seria possível identificar a doença mesmo sem o indivíduo apresentar sintomas aparentes, como falta de ar e tosse. O estudo foi publicado online nesta terça-feira no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas).

Os pesquisadores analisaram a velocidade com que os neutrófilos (células de defesa do organismo e as primeiras a reagir em caso de inflamação) migraram para uma inflamação induzida. Eles detectaram, então, que pacientes asmáticos tinham uma resposta mais lenta do que não asmáticos.

Para medir a função dos neutrófilos, os estudiosos usaram uma tecnologia desenvolvida pela própria Universidade de Winconsin-Madison, chamada kit-on-a-lid-assay. O método usa apenas uma gota de sangue do paciente e uma mistura química que estimula a ação dos neutrófilos. A velocidade de resposta das células é, então, analisada por um software.

"Esse é um dos primeiros estudos a mostrar que um exame de sangue pode ser um jeito mais prático e rápido de identificar a asma", afirma David Beebe, professor de engenharia biomédica da Universidade de Wisconsin-Madison e coautor do estudo. "Em alguns casos, foi possível até prever e medir a gravidade da doença."

A descoberta é importante porque a asma é uma doença difícil de ser diagnosticada com precisão. Normalmente, o diagnóstico é feito a partir de uma série de testes clínicos, como os que medem a funcionalidade do pulmão. "Os exames atuais são baseados em medições indiretas, o que não é ideal", disse Bebbe.



Fonte: Veja

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Hipertensão crônica eleva risco de complicações na gravidez e no parto

#hipertensão #Crônica #gravidez

Grávidas com hipertensão (pressão arterial maior que 14 por 9) têm mais chances de sofrer complicações na gravidez e de gerar bebês com problemas do que gestantes com pressão arterial normal. Essa é a constatação de um estudo do King’s College de Londres, na Inglaterra, publicado online nesta terça-feira no periódico BMJ.

Ao revisar 55 pesquisas realizadas em 25 países com 800 000 pessoas, os cientistas constataram que a hipertensão pode levar ao parto prematuro (antes de 37 semanas de gestação), ao baixo peso do bebê (menos de 2,5 quilos) e à morte da criança tanto no período perinatal (compreendido entre a 22ª semana de gestação e os sete primeiros dias de vida do nenê), quanto no neonatal (até depois de um mês de vida do recém-nascido).

O risco de pré-eclâmpsia (condição associada à pressão alta que surge a partir da 20ª semana de gravidez e pode causar problemas como descolamento precoce de placenta) foi oito vezes maior entre grávidas que tinham hipertensão crônica do que entre aquelas com pressão arterial normal. Já os incidentes neonatais foram duas vezes mais recorrentes em hipertensas crônicas.

Entre 1 e 5% das grávidas tem pressão alta, taxa que aumentou de 1995 e 1996 a 2007 e 2008, principalmente por causa da idade em que as mulheres estão engravidando — cada vez mais elevada — e da obesidade. Com esses dados, os pesquisadores alertam para a importância do pré-natal e dos cuidados com a saúde antes da gravidez — afora a necessidade de melhores estratégias para tratar grávidas hipertensas.


Fonte: Veja

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terça-feira, 15 de abril de 2014

Ao censurar Rachel Sheherazade, SBT sai como perdedor

#SBT #RachelSheherazade #Censura

Tão indesejável quanto a censura é a autocensura. O SBT acaba de amarrar uma mordaça no único nome que se destacava em seu pálido telejornalismo. Rachel Sheherazade não poderá mais emitir suas opiniões no SBT Brasil. Oficialmente, a decisão se estende a todos os âncoras da emissora. "Essa medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores", diz a nota oficial enviada à imprensa.

Na prática, a autocensura foi a maneira encontrada para manter a jornalista no ar e, ao mesmo tempo, acalmar as várias fontes que pediram sua cabeça. De partidos políticos a anunciantes governamentais, de anônimos nas redes sociais a humorista famoso. O politicamente correto venceu. O SBT e a liberdade de expressão foram os grandes derrotados.

Acusada de incitar a violência ao apoiar a atitude de pessoas que amarraram em um poste um adolescente suspeito de roubo, a apresentadora verbalizou o pensamento de milhões de pessoas. Porém vivemos numa extrema correção política. Assumir uma opinião polêmica pode render açoitamento moral. Foi o que aconteceu. Com histórico de pensamentos considerados conservadores e até reacionários, a apresentadora se ofereceu mais uma vez como alvo — e não faltaram mãos para chicoteá-la.

A tendência mundial é abandonar o telejornalismo "chapa branca" e aumentar o espaço do telejornalismo opinativo, que convide o telespectador a se posicionar. Na era da interatividade, o público não pode ser encaixado numa posição passiva. Precisa ser instigado, incomodado, estimulado a refletir sobre os assuntos do dia a dia. Quando os jornalistas dizem exclusivamente aquilo que a maioria do público quer ler, ouvir ou ver, o jornalismo perde uma de suas funções básicas: propor o contraditório para que a questão seja debatida.

O direito de pensar diferente é uma das garantias da democracia. Se o pensamento está certo ou errado, se é criminoso ou não, discute-se em sociedade — e, se for o caso, recorre-se aos meios legais para punir eventuais excessos. Reprimir opiniões antes mesmo de serem emitidas não é a atitude mais produtiva de uma sociedade que se pretende civilizada e desenvolvida.

É óbvio que todo veículo de comunicação tem seus interesses comerciais, sua ideologia e, em muitos casos, até objetivos políticos. Porém a liberdade de expressão de seus jornalistas deveria sobrepor tudo isso. Ao abafar a voz de sua apresentadora, o SBT abre um precedente perigoso, e deixa de oferecer uma opinião alternativa ao telespectador. Por acaso, os 200 milhões de brasileiros pensam sempre da mesma maneira?

Rachel Sheherazade é, desde ontem, apenas mais uma leitora de teleprompter, o aparelho acoplado à câmera no qual se lê as notícias. Caso queira se posicionar diante de um acontecimento relevante, terá que recorrer à mímica facial. Ou será que ela será obrigada também a fazer cara de paisagem?

Fonte: Terra

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Nível do sistema Cantareira volta a cair e atinge 12%

#Cantareira #Crise

O nível dos reservatórios do sistema Cantareira voltou a cair nesta terça-feira, 15, atingindo a marca mínima histórica registrada no último sábado, 12, de 12% da capacidade total das reservas. O recuo de 0,1 ponto porcentual acontece após alta observada no domingo, 13, a única em mais de 30 dias, segundo dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Na mesma data do ano passado, o índice que mede o volume de água armazenado nos reservatórios do sistema era de 63,8%.

Apesar das fortes chuvas observadas na capital paulista, a pluviometria do dia prevista para a região do Cantareira (na divisa entre os estados de São Paulo e Minas Gerais) é de apenas um milímetro (mm). No acumulado do mês, o volume de chuvas soma 56,5 mm, o que corresponde a 63,2% da média prevista para abril.
Segundo planejamento apresentado ao comitê anticrise, liderado por técnicos da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Departamento de Água e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE), a Sabesp projeta que o uso do chamado volume morto do sistema Cantareira garanta o abastecimento de água na Grande São Paulo até novembro, quando começa a temporada de chuvas. A concessionária pretende dividir a captação da água do fundo dos reservatórios em duas etapas: no dia 15 de maio começa a retirada de cerca de 116 bilhões de litros das Represas Jaguari-Jacareí, que durariam até 28 de agosto; a partir de setembro, começa a retirada de aproximadamente 80 bilhões de litros da Represa Atibainha, com duração prevista até 27 de novembro.

O investimento na compra de bombas e nas obras de infraestrutura necessárias para a captação profunda soma R$ 80 milhões. A conta, no entanto, não inclui o aumento previsto nos custos com energia elétrica, para o bombeamento, e com materiais de tratamento, uma vez que a água do fundo das reservas possui maior quantidade de sentimentos.

Além da captação do volume morto, a Sabesp aposta no programa de incentivo à redução do consumo de água como forma de evitar um racionamento ainda neste ano. Na avaliação de analistas, os descontos concedidos nas tarifas impactarão diretamente as receitas da Sabesp, contribuindo para um desempenho financeiro mais fraco em 2014. A estimativa é de que o lucro líquido da concessionária no ano caia pela metade, sofrendo uma perda de cerca de R$ 1 bilhão.


Fonte: Yahoo

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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Nova regra da Anvisa acelerará certificação de produtos

#NovasRegras #Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) editou uma nova regra que deverá facilitar a certificação de produtos de saúde. As novidades estão presentes na resolução nº 15 da Anvisa, sobre os requisitos relativos à comprovação do cumprimento de Boas Práticas de Fabricação para fins de registro de Produtos para Saúde, publicada esta semana no Diário Oficial da União. A agência acredita que essa resolução favorecerá o registro de novas tecnologias no país.

A agência explica que foram estabelecidas três mudanças importantes. Uma das novidades é que a Anvisa poderá utilizar relatório de auditoria emitido por terceiros como subsídio para emissão do Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF). Nesse sentido, atualmente a agência participa de um projeto-piloto de auditoria única que reúne Canadá, Estados Unidos, Austrália e Japão. "Um trabalho articulado entre as agências reguladoras de todo o mundo é essencial em um contexto onde a produção dos equipamentos é global, pois nenhuma agência, de forma isolada, dará conta da demanda de inspeções e auditorias que vem se desenhando para os próximos anos", comenta o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano.

A segunda novidade é que a Anvisa não vai mais emitir o CBPF para os produtos das classes I e II, que são as classes de menor risco, como luvas, seringas e alguns instrumentais cirúrgicos. Tal simplificação atingirá cerca de 400 empresas que atualmente aguardam a emissão do Certificado, o que equivale a 25% dos pedidos que aguardam a certificação, informa a Anvisa.

A terceira medida é a permissão para que o protocolo de solicitação do CBPF seja aceito para a apresentação dos pedidos de registro, revalidação e alterações de produtos das classes III e IV, de maior risco. Isso significa que o fabricante não terá que aguardar a concessão do certificado para que a análise dos seus produtos seja iniciada. Com os dois processos ocorrendo em paralelo, o tempo de chegada de novos equipamentos no mercado deve ser reduzido, já que a análise do produto poderá ser feita enquanto a fábrica aguarda a certificação.

Outra regra altera as disposições para os casos de descontinuação temporária e definitiva,  reativação da fabricação ou importação de medicamentos. O objetivo principal é permitir que sejam tomadas as medidas necessárias, com antecedência, para reduzir os impactos à população pela falta de um medicamento.

Os fabricantes e importadores de medicamentos terão que informar à Anvisa com um ano de antecedência a intenção de retirar do mercado produtos que possam levar a uma situação de desabastecimento. As empresas que decidirem interromper a produção ou a importação de um medicamento, por questões técnicas ou mercadológicas, deverão garantir o fornecimento regular do produto durante doze meses. A obrigatoriedade abrange produtos que não têm substitutos no mercado nacional e cuja retirada pode deixar os pacientes sem o tratamento adequado. As situações de redução na fabricação ou importação também deverão ser informadas com antecedência de doze meses.

Nos casos em que a retirada do mercado não represente risco de desabastecimento, o prazo continua sendo de seis meses, destaca a Anvisa. É o caso de medicamentos com substitutos registrados e disponíveis no Brasil. A norma prevê também que a ocorrência de fatos imprevistos que possam levar ao desabastecimento deverão ser informados à Anvisa em até 72 horas a partir da constatação do problema. O desrespeito às regras poderá ser punido com advertência, interdição do fabricante e multa que vai de 2.000 reais a 1,5 milhão.


Fonte: Veja

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