quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Metade das crianças asmáticas brasileiras não consegue controlar a doença


#Pediatria #Crianças #Asma #Crises #Respiratórias

Metade das crianças em idade escolar com asma convive diariamente com crises e sintomas como tosse, chiado, falta de ar e aperto no peito. Elas dormem mal, não conseguem fazer atividades físicas e podem ter ansiedade e depressão. Dados preliminares do ProAsma, um estudo realizado pelo Centro de Infantil de Pesquisas Biomédicas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) com 2.500 crianças de 11 anos, mostram que o principal motivo desse descontrole da doença é que os pais se esquecem de dar a medicação aos filhos.

“Isso revela que as estratégias de combate à asma da saúde pública não estão sendo eficazes”, diz o pneumologista pediátrico Paulo Pitrez, líder do estudo. “Mais de 60% dos pais admitiram não dar o remédio às crianças por medo de usá-los, por não compreenderem que a asma é uma doença crônica ou porque não reconhecem a gravidade da doença do filho.”

Problema de saúde pública — De acordo com dados do Ministério da Saúde, apesar de ser tratável, a asma ainda mata sete brasileiros por dia. O objetivo do ProAsma foi analisar a incidência da doença nas crianças e seu impacto na qualidade de vida. Para isso, os pesquisadores analisaram a saúde de alunos de sete escolas públicas de Porto Alegre e constataram que 20% delas tinham a doença.

“Quase 10% delas são hospitalizadas anualmente, o que resulta em um enorme problema de saúde pública e produz elevados custos diretos e indiretos para a sociedade”, alerta Pitrez.

Na segunda etapa, 290 crianças asmáticas foram avaliadas e comparadas a 315 crianças saudáveis. Elas foram submetidas a questionários sobre o controle da doença, sedentarismo, qualidade de vida e responderam sobre mitos que cercam a doença. Passaram também por avaliações físicas e nutricionais, provas de função pulmonar e testes de alergia.

Os resultados revelaram que, entre os asmáticos, 60% tinham algum tipo de alergia, 30% eram obesos ou estavam acima do peso e 60% eram sedentários. O estudo também mostrou que 55% dos asmáticos convivem com fumantes em casa — ambiente que pode aumentar a quantidade de crises.

Falta de medicação — Além disso, quase 70% das crianças perderam dias escolares em decorrência dos frequentes ataques asmáticos e das consultas emergenciais ao médico. Entre os 50% que precisavam utilizar corticoides orais, apenas 30% faziam uso contínuo da medicação. Tipicamente, o tratamento da asma é feito com corticoides inalados e, em certos casos, broncodilatadores.

“O controle da asma é essencial para a saúde da criança e também para seu bom desenvolvimento. Crianças com asma não controlada dormem mal, não conseguem se exercitar, perdem aulas e podem apresentar quadros de ansiedade, depressão e baixa autoestima”, explica Pitrez.

Para evitar essas consequências, os pais devem compreendam a gravidade da asma e ficar atentos aos sintomas da doença, além de ter o melhor conhecimento possível sobre ela. “O mais importante é que os pais entendam que a criança tem uma doença crônica e precisa de tratamento contínuo. Assim, é possível proporcionar qualidade de vida a ela, fazendo com que leve uma vida praticamente normal.”

Fonte Veja

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Contato com substância presente em plásticos pode elevar risco de asma na infância


#Asma #CriseRespiratória #Crianças #Brinquedos 

Pela primeira vez, pesquisadores demonstraram que fetos expostos a ftalatos, substância química presente em diversos objetos de plástico, incluindo brinquedos, correm um risco até 80% maior de terem asma ao longo da infância.

Os ftalatos costumam ser utilizados para deixar o plástico mais maleável e podem ser encontrados em materiais que vão desde produtos de cuidado pessoal e recipientes de alimentos até revestimento de piso e equipamentos médicos. Uma lista elaborada pela organização americana Environmental Working Group incluiu a substância como um dos compostos químicos que mais desencadeiam distúrbios hormonais. Além disso, os ftalatos já foram associados a problemas como obesidade, diabetes e risco de parto prematuro.

Em 2009, os Estados Unidos proibiram presença da substância em brinquedos e outros produtos infantis. No Brasil, uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autoriza o uso dos ftalatos na produção de embalagens de plástico, inclusive naquelas que costumam entrar em contato com alimentos, água e equipamentos de uso doméstico.

Estudo — A nova pesquisa, feita na Universidade Columbia, Estados Unidos, acompanhou 300 mulheres grávidas e, depois, os seus filhos até os 11 anos de idade. Os pesquisadores mediram os níveis de ftalatos em amostras de urina tanto das mulheres grávidas quanto das crianças.

A equipe descobriu que os filhos de mulheres que mais se expuseram a ftalatos durante a gravidez tiveram mais chances de ter asma ou então apresentar sintomas semelhantes aos do problema entre 5 e 11 anos de idade.

Existem diferentes tipos de ftalatos, e os pesquisadores observaram que o risco de asma está relacionado especialmente com a exposição pré-natal a dois tipos específicos: o butylbenzyl phthalate (BBzP) e o di-n-butyl phthalate (DnBP). Essas substâncias parecem elevar as chances da doença em 72% e 78%, respectivamente.

As conclusões foram publicadas nesta quarta-feira no periódico Environmental Health Perspectives. “Nosso estudo fornece evidências de que os ftalatos estão entre os fatores de risco para a asma, que também incluem tabagismo, poluição do ar, obesidade e histórico de alergia”, diz Robin Whyatt, diretor do Centro para a Saúde Ambiental das Crianças da Universidade Columbia.

Fonte Veja

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Chegar bem aos 60 é possível! Veja como


#Beleza #Saúde #BonsHábitos #Exercícios 

Dá pra chegar bem aos 60 anos, com o físico em forma e a cabeça boa?
A resposta é sim! Basta ver dois exemplos internacionais de beleza e profissionalismo: a atriz e cineasta brasileira Bruna Lombardi, de 62 anos. e o ator irlandês Pierce Brosnan, de 61 anos.
Claro que eles sempre foram belos, mas passaram dos 60 esbanjando charme e saúde.
E quanto mais rápido você se preparar para chegar lá, melhor será sua transição também..

As medidas que vamos ensinar abaixo também servem para quem já chegou lá a melhorar a qualidade de vida.

- Abandone um mau hábito
Nunca é tarde demais para parar de fumar, perder peso e começar a fazer exercícios. Os benefícios são menos estresse, mais energia, suavização de seus problemas de saúde.

- Perdoe
Perdoe quem cometeu uma injustiça com você e também peça perdão àqueles com quem você cometeu alguma injustiça. Poucas coisas geram tanta energia emocional negativa quanto um ressentimento. Tome a decisão de chegar aos 60 anos livre de rancores e ressentimentos. Prometa acertar os ponteiros com as outras pessoas e dê a você mesmo a dádiva da paz.

- Retome atividade prazerosa
Você tinha alguma atividade que gostava de fazer e abandonou? Nunca é tarde para retomar o que te dava prazer!
Volte a fazer algo que lhe deu alegria no passado.

- Cultive o otimismo
Talvez você não seja otimista por natureza, mas agora é um bom momento para começar a praticar aquilo que os otimistas fazem instintivamente: procurar soluções aos desafios, persistir mesmo quando as coisas não estão indo bem, compreender o poder da gratidão, assumir o controle da vida, ao invés de simplesmente reagir a ela. Os otimistas têm risco 50% menor que as pessimistas de sofrer o primeiro infarto, ou AVC.

- Economize pra o seu prazer
Não espere chegar aos 60 anos para pensar como vai financiar uma viagem, ou algo que quer muito. Crie um plano de poupança agora que possibilite a você realizar uma parte maior de sua lista de desejos.

- Alimentação
Na questão física, procure beber mais água - e menos refrigerante - comer mais frutas, legumes e verduras - e menos carne vermelha e gorduras - e procure caminhar pelo menos 1 vez ao dia. Meia hora é o suficiente pra começar bem a mudança.

Fonte Só Noticia Boa

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Sebrae promove workshop sobre inovação


#Sebrae #Workshop #Inovação

Em 18 de setembro, das 19h às 21h, o Escritório Regional (ER) do Sebrae-SP em Marília promove o Workshop de Inovação. O evento tem o objetivo de orientar sobre como a inovação pode aumentar a competitividade e garantir resultados positivos. Antonio Donizeti Henckes, consultor do ER de Marília, discutirá com os participantes quais são as opções prioritárias para investimentos e melhoria dos negócios, como redução de custos e uso de novas tecnologias. Em seguida, serão realizadas práticas de autoavaliação e a elaboração de um plano de ação.

De acordo com Marcelo Montagnana, gerente do ER de Marília, com a realização do workshop o empresário terá uma visão mais assertiva do grau de inovação em seu negócio. “Essa atitude deve fazer parte do cotidiano dos empreendedores. Para atender às necessidades do mercado, investir em inovação é uma estratégia para que as empresas se mantenham competitivas.”, diz. Com participação gratuita, o Workshop de Inovação, acontece no ER de Marília, localizado na Avenida Brasil, 412. As vagas são limitadas. Inscrições e informações podem ser obtidas pelos telefones: (14) 3422- 5111 ou 0800 570 0800. Serviço Workshop de Inovação Quando: 18 de setembro Horário: 19h às 21h Local: ER de Marília - Avenida Brasil, 412 Participação: Gratuita

Fonte Jornal da Manhã Marília

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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Cientistas criam exame de sangue para diagnosticar depressão


#Cientistas #Exame #Diagnóstico #Depressão

Pela primeira vez, cientistas desenvolveram um exame de sangue capaz de diagnosticar depressão. O teste detecta a doença ao medir os níveis de marcadores genéticos associados à presença da condição. Além disso, segundo os especialistas, o método pode, no futuro, ajudar os médicos a descobrir quais pessoas têm maior predisposição à depressão e se determinado tratamento será eficaz para o seu paciente.

O estudo, feito na Universidade Northwestern, Estados Unidos, e publicado nesta terça-feira no periódico Translational Psychiatry, foi feito com 64 pessoas de 21 a 79 anos, metade delas com depressão.

Primeiro, os pesquisadores realizaram um exame de sangue nos participantes e identificaram nove marcadores de RNA cujos níveis eram significativamente diferentes entre os indivíduos com e sem depressão. As moléculas de RNA são responsáveis por interpretar o código genético do DNA e fazem o organismo funcionar de acordo com as informações decodificadas.

Depois, os voluntários com depressão foram submetidos a um tratamento contra a doença. Ao longo das 18 semanas seguintes, a equipe mediu os níveis desses nove marcadores entre essas pessoas. Os autores descobriram, então, que os níveis mudaram ao longo do período, e que essa alteração estava relacionada com a eficácia, ou não, do tratamento contra a doença.

"Nós sabemos que o tratamento medicamentoso e a psicoterapia são eficazes, mas não para todo mundo. Ter um exame como esse nos ajuda a indicar a melhor terapia para cada paciente", explica David Mohr, coautor do estudo e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos.

Diagnóstico — Hoje, o método de diagnóstico da depressão é subjetivo, pois se baseia em sintomas não específicos, como fadiga e mudança de apetite, que podem ser aplicados a diversos problemas físicos e mentais. Esse diagnóstico também depende da habilidade do paciente em reportar seus sintomas e a do médico em entendê-las.

"Saber quais são os pacientes mais suscetíveis à doença permite que nós o monitoremos com mais atenção. Além disso, podemos considerar uma dose de manutenção de antidepressivos e de psicoterapia contínua para diminuir a severidade de um episódio futuro ou prolongar os intervalos entre um e outro", diz Mohr.

Fonte Veja

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Microsoft compra estúdio de 'Minecraft' por US$ 2,5 bi



#Microsoft #Minecraft

A Microsoft confirmou nesta segunda-feira a compra do estúdio sueco Mojang, desenvolvedor do game Minecraft, por 2,5 bilhões de dólares. Segundo a companhia, a aquisição será finalizada até o final deste ano. Minecraft é um game sueco que reproduz no mundo digital a mesma mecânica do Lego, em que peças são juntadas para criar objetos e cenários.

Esse o primeiro investimento bilionário da Microsoft sob o comando de Satya Nadella, que assumiu a posição de CEO em fevereiro. "O Minecraft é mais do que uma ótima franquia", disse o executivo em comunicado. "Trata-se de uma plataforma de mundo aberto, impulsionada por uma comunidade vibrante, que dá à Microsoft inúmeras oportunidades", explica Nadella.

Desde que foi lançado, em 2009, o Minecraft já vendeu mais de 50 milhões de cópias. Só no ano passado, a Mojang faturou mais de 100 milhões de dólares com o jogo e com merchandise. Atualmente, o game está disponível para o Xbox (360 e One), console da Microsoft, PlayStation (3 e 4), console da Sony, para PCs e também para smartphones.

Segundo a Microsoft, o jogo continuará disponível para o console PlayStation (3 e 4), marca concorrente do Xbox, divisão que pertence à multinacional. Devido ao grande sucesso da marca, Minecraft foi licenciado para a Scholastic (produtos de papelaria), Lego A/S (brinquedos) e Warner Bros. Pictures (filme). O game também tem sido explorado na educação em algumas escolas americanas.

Markus "Notch" Persson, criador de Minecraft, não irá para a Microsoft após a aquisição. "Eu crio games porque eu amo jogos e porque eu amo programar, mas não os desenvolvo com o intuito de transformá-los em grandes sucessos. Eu falhei em tentar criar outros hits, mas desde que me dediquei a pequenos projetos eu tenho me divertido com o trabalho", disse Notch em um comunicado nesta segunda-feira.

O sueco também ressaltou que não pode ser considerado um exemplo para outros desenvolvedores independentes: "Eu não quero ser um símbolo responsável por criar algo grandioso, no qual não quero trabalhar. Não sou um empreendedor e nem um CEO. Eu sou programador nerd de computador que gosta de escutar diferentes opiniões pelo Twitter". Notch termina sua carta com a seguinte declaração: "Não é questão de dinheiro. É questão de sanidade."




Fonte Veja

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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Japão se torna maior produtor de energia solar


#Japão #EnergiaSolar #Tecnologia #Produção

Depois do tsunami em 2011,  o Japão começou a investir firme na energia solar.
Os japoneses instalaram painéis fotovoltaicos por todo o país.
O resultado é que três anos depois da tragédia, o país responde sozinho por 17% do mercado mundial de energia solar.

O investimento deu novo fôlego aos fabricantes nacionais desses equipamentos e acabou ajudando também a China.

Os chineses estão entre 7, dos 10 maiores fabricantes de painéis fotovoltaicos do mundo. São responsáveis por um quarto de todas as instalações globais.

Os japoneses também alavancaram, em 24%, as exportações chinesas, país que tem equipamentos com capacidade de gerar 38.7 GW de energia.

A GE, General Eletric, trabalha junto com o governo japonês no investimento em energia renovável.

A diivisão Energy Financial Service participa do projeto Kumenan, que pretende gerar 32 MW de energia por meio de paineis solares.

Desenvolvido pela Pacifico Energy, o projeto captará, no total, mais de US$ 107 milhões de diversas fontes.

A divisão da GE planeja aplicar mais de US$ 1 bilhão em projetos de energias renováveis em todo o mundo.

A China, por sua vez, também investe em energias renováveis:  foram US$ 56,3 bilhões no ano passado para substituir fontes geradoras de energia elétrica, como combustíveis fósseis e usinas nucleares, para matrizes limpas de água, sol e vento.

Segundo dados oficiais, o setor de energia renováveis da China produziu em 2013 nada menos que 1 trilhão de kWh, o equivalente à produção total de energia de Alemanha e França somadas.

Na opinião de especialistas, essa guinada energética não se deve apenas a motivações ecológicas – a China sofre altos níveis de poluição, que podem ser reduzidos drasticamente pelas renováveis – mas principalmente por ser uma garantia de segurança energética e desenvolvimento industrial.






Fonte Só Noticia Boa

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