terça-feira, 29 de julho de 2014

Correr dez minutos por dia já traz benefícios para a saúde


#Corrida #Saúde #Benefícios 

Os benefícios da corrida são bem conhecidos, como o controle do peso, a melhora do condicionamento físico e a prevenção de doenças cardíacas. No entanto, a velocidade, distância e frequência com que uma pessoa pratica o exercício nem sempre são determinantes para surtir esses efeitos positivos. O que parece fazer a diferença é manter o hábito de correr durante vários anos.

Essas são as conclusões de um novo estudo americano, que mostrou que correr por apenas dez minutos ao dia, e cinco vezes por semana, já é suficiente para reduzir o risco de morte precoce. Segundo a pesquisa, o maior benefício é observado não em quem corre maiores distâncias, mas sim entre aqueles que praticam o exercício por pelo menos seis anos.

O estudo, feito na Universidade do Estado de Iowa, será publicado na edição de agosto do periódico Journal of the American College of Cardiology. Os pesquisadores acompanharam cerca de 55.000 adultos durante quinze anos.

Proteção – Ao longo desse tempo, 3.413 participantes morreram, sendo que 1.217 das mortes ocorreram por doença cardíaca. Segundo os resultados, as pessoas que praticavam corrida, em comparação com as que não faziam o exercício, tiveram um risco 30% menor de morrer por qualquer causa ao longo da pesquisa e 45% menor de morrer por alguma doença cardíaca. Além disso, elas viveram, em média, três anos a mais do que as outras.

O estudo indicou que os benefícios da corrida sobre o risco de mortalidade foram observados mesmo em pessoas que corriam, na semana, uma distância de até 9 quilômetros, menos de 50 minutos e em uma velocidade menor do que 9 quilômetros por hora.

Segundo os autores, pessoas que correm até uma hora por semana, por exemplo, parecem ter benefícios semelhantes mesmo em comparação com aquelas que correm mais do que três horas semanais. "Aparentemente, após correr uma determinada distância e por um certo período de tempo, os benefícios se mantêm os mesmos. Não sabemos ao certo o motivo pelo qual isso acontece", disse à rede americana CNN Warren Levy, médica chefe do instituto de cardiologia Virginia Heart, nos Estados Unidos.

Estabilidade – Segundo a pesquisa, os participantes que mantiveram a prática de corrida por pelo menos seis anos apresentaram maior proteção contra morte por problemas cardiovasculares. Eles tiveram um risco 50% menor de morrer por doenças cardíacas ou acidente vascular cerebral (AVC) em comparação com quem não corria.

"A maioria das pessoas diz que não tem tempo de se exercitar, mas mostramos que correr dez minutos por dia já proporciona efeitos positivos", afirma Duck-chul Lee, professor da Universidade do Estado de Iowa e coordenador do estudo.

Fonte Veja

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Governo inclui vacina contra hepatite A no calendário básico



#Imunização #HepatiteA

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira que vai incluir a vacina contra hepatite A no calendário nacional de vacinação a partir deste mês. Poderão ser imunizadas pela rede pública crianças de 1 ano a 1 ano e 11 meses. A pasta pretende vacinar 95% desse público, que é formado por 2,9 milhões de crianças, em um período de um ano.

A vacina será oferecida em dose única. Segundo o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a proteção da vacina é permanente, ou seja, dura a vida toda. Com a inclusão, o Sistema Único de Saúde passa a disponibilizar catorze vacinas e todas as imunizações recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil apresenta uma queda de hepatite A entre a população desde 2006. Entre aquele ano e 2013, foram registrados mais de 151.000 casos da infecção e, de 1999 a 2012, 761 mortes pela doença. A pasta estima que haverá uma redução de 64% nos casos e de 58% nas mortes por hepatite A com a distribuição da vacina.

A vacina estará disponível a partir deste mês nos Estados do Acre, Rondônia, Alagoas, Ceará, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Distrito Federal. Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. A partir de agosto, também passarão a oferecer as doses o Amazonas, Amapá, Tocantins, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina. São Paulo, Paraná e Roraima vão incluir a vacina na rede pública a partir de setembro.

A vacina de hepatite é alvo de uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo entre o Ministério da Saúde, o laboratório da Merck Sharp e o Instituto Butantã. A expectativa é a de que até 2018 a incorporação de tecnologia pelo instituto brasileiro esteja concluída.

A doença — A hepatite A é uma doença viral que ataca o fígado. Segundo a OMS, há cerca de 1,4 milhão de casos da moléstia ao no mundo. O vírus que causa a doença pode ser transmitido pela a ingestão de água e alimentos contaminados. Por isso, a hepatite A é associada a ambientes com falta de água potável. A OMS considera o saneamento básico e a vacinação como as melhores formas de prevenir a infecção.

Este ano, outra vacina deverá ser incorporada no SUS: a DTP acelular para grávida. A expectativa é de que isso ocorra até o fim de 2014.



Fonte Veja

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segunda-feira, 28 de julho de 2014

'Science': planeta vive era de extinção de animais


#Biodiversidade #Ciência #animais #Extinção

O planeta está vivendo uma era de extinção animal, alerta uma série de estudos publicados em uma edição especial da revista Science sobre o tema. De acordo com as pesquisas, nos últimos 500 anos, 322 espécies desapareceram. A maior parte das populações de invertebrados (como besouros ou borboletas) monitorados pelos cientistas sofreu um declínio de 45% desde os anos 1970. No mesmo período, os vertebrados tiveram uma queda populacional de 30%. Essa "desfaunação" — termo adotado pelos pesquisadores para caracterizar a onda de desaparecimento animal — seria um dos principais componentes para a sexta extinção em massa da história da Terra.

As evidências sugerem que a maior parte da perda dessa fauna é causada pela ação humana, o que pode ter consequências como aumento do número de casos de doenças, além do óbvio declínio da biodiversidade.

"No Brasil, as florestas 'desfaunadas' por grandes mamíferos, como porcos-do-mato ou veados, tem uma explosão populacional de roedores. Algumas espécies são reservatórios de hantavírus, altamente mortal em humanos. E os casos já começaram a aumentar entre nós", disse ao site de VEJA o biólogo Mauro Galetti, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e autor de um dos estudos. "Desde que o homem está na Terra, a taxa de desmatamento, a poluição e a caça aumentaram muito, e estão fazendo o número de indivíduos de muitas espécies desaparecer."

Além da transmissão de doenças, o número menor de animais também prejudica a polinização das plantas, a qualidade da água (por conta da diminuição que espécies fundamentais para o crescimento da mata ciliar) ou o controle de pragas. "Quando falamos em proteger os animais, estamos falando em proteger espécies que têm um papel fundamental no bem-estar humano", diz Galetti.

Pandas e felinos — Os pesquisadores comentam que a extinção de animais carismáticos como pandas ou tigres pode ter encoberto a importância do desaparecimento de espécies importantes como os insetos, que são fundamentais para o balanço ecológico. E alertam que a 'desfaunação' atinge mesmo as grandes áreas protegidas. A caça tem papel importante no desaparecimento de animais maiores, mas a competição por habitat, alterações climáticas e doenças entre os animais também contribuem para a morte das espécies.

"A prevenção do declínio das espécies vai exigir uma compreensão melhor de quem está ganhando ou perdendo na luta pela sobrevivência. Por meio do estudo dos vencedores, poderemos aplicar o que eles nos ensinaram em projetos de conservação", afirma Ben Collen, da Universidade College London, na Inglaterra, e autor de uma das pesquisas. "E também precisamos trabalhar com os governos na criação de políticas capazes de reverter as tendências que estamos vendo."

Fonte Veja

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McLaren P1 GTR: um foguete de R$ 7,5 milhões



#Supercarros #Esporte #Carros #Luxo #McLaren

A McLaren apresentará em agosto, durante o tradicional concurso de elegância de Pebble Beach, nos Estados Unidos, a versão de corrida do superesportivo P1. O protótipo P1 GTR foi uma resposta aos clientes da marca e já proprietários do P1 tradicional, que pediram uma versão do esportivo voltado para as pistas. Esses cleintes participarão de um programa de pilotagem promovido pela McLaren e testarão o modelo que começa a ser produzido em junho de 2015.

O P1 GTR será equipado com um motor 3.8 V8 Twin-Turbo que pode render até 1.000 cv. A carroceria terá a predominância de fibra de carbono. O preço estimado do P1 GTR é de 2 milhões de libras, aproximadamente 7,5 milhões de reais.



Fonte Veja

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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Anvisa quer padronizar embalagens de cigarro


#Cigarro #Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem uma proposta para padronizar as embalagens dos maços de cigarro. A ideia é que elas tenham uma cor única e não apresentem nenhum item visual que possa ter apelo ao público, como elementos gráficos ou textura. A agência também quer estabelecer que a maior parte das embalagens contenha imagens e frases de advertências sobre os males do tabagismo.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, que teve acesso à proposta, a iniciativa é de autoria do diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano. Ele pretende submeter o texto para análise de outros diretores da agência até outubro deste ano e, depois, entregá-lo ao Congresso para que um parlamentar apresente a proposta como projeto de lei.

A Austrália foi o primeiro país a padronizar as embalagens de cigarro, em 2012. A política foi elogiada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que considerou a medida como a última etapa para acabar com propagandas do tabaco.

Ao jornal, a Associação Brasileira da Indústria de Fumo (Abifumo) considerou que a implementação de embalagens padronizadas de cigarro “viola a Constituição e tratados internacionais de comércio exterior”.

Fonte veja

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Moeda especial de 5 euros presta homenagem a Senna na Europa


#AiyrtonSenna #homenagem #Euro #Moeda

As homenagens pelos 20 anos da morte de Ayrton Senna continuam na Europa. Uma moeda especial de 5 euros com uma imagem do piloto brasileiro foi lançada esta semana pela Agência Autônoma de Filatelia e Numismática do governo de San Marino. Apenas 8 mil unidades da série limitada serão produzidas. Cada moeda custa 49,90 euros, o equivalente a R$ 150. Os interessados podem enviar um e-mail para a agência: info.ufn@pa.sm.

A moeda pesa 18 gramas, tem 32 milímetros de diâmetro e exibe um retrato de Senna junto à Williams FW16, de um lado, e o brasão de armas de San Marino do outro. A peça mostra ainda a inscrição AYRTON SENNA 1994/2014, em referência ao trágico acidente do GP de San Marino de 1994, que tirou a vida do tricampeão mundial. A arte foi criada pelos designers Marcio Petta e Antonella Napolione.

Fonte G1

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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Vendeu brigadeiro, juntou R$ 9 mil e vai pra Europa


#Brigadeiro #Europa #JoãoRicci

Um rapaz de 26 anos conseguiu juntar 9 mil reais em 3 meses vendendo brigadeiro em Brasília.
Foi a forma que o árbitro João Ricci encontrou para levantar dinheiro e realizar seu sonho: viajar para a Espanha para assistir a um campeonato mundial de basquete.
A viagem toda custará R$ 15 mil.

O começo
"Tinha R$ 20 no bolso e fiz duas panelas de brigadeiro. Pensei: bom, o máximo que pode acontecer é ninguém querer comprar e eu comer tudo sozinho", disse ao G1.

"Comecei a vender no terminal do Cruzeiro (em Brasília) e passei pelos comércios do Sudoeste e, em 40 minutos, havia vendido os 50 brigadeiros. Voltei para casa com R$ 50."

Com a renda, o brasiliense comprou mais leite condensado e achocolatado e passou a vender o doce em restaurantes, parques e comércios da área central de Brasília.

Ricci diz que reservou os dias entre quinta e domingo para vender os brigadeiros.

Faturamento
Por dia, ele vende, em média, 220 brigadeiros a R$ 1 – o que rende quase R$ 900 por semana.
Segundo ele, é possível fazer a massa, enrolar os brigadeiros e vender todos em menos de cinco horas.

"Gasto uma hora para fazer a massa, que faço no dia anterior, para dar tempo de esfriar. Depois, gasto uma hora e meia para enrolar e duas horas para vender", diz.

"Meu objetivo inicial era juntar R$ 1 mil por semana, mas é muito desgastante. O [ato de] vender cansa, mas é satisfatório porque você conversa com um monte de gente, o pessoal gosta, quer saber da história. Mas o que cansa, rotineiramente, é o fazer."

Com os R$ 9 mil que juntou em 3 meses de trabalho Ricci já comprou as passagens e os ingressos para o Mundial.

Estrangeiros
A Copa do Mundo foi uma grande oportunidade de vendas para o árbitro. Durante a final do campeonato, ele chegou a vender 450 brigadeiros.

Os estrangeiros, segundo ele, aproveitaram a oportunidade para conhecer o doce.
"Na mesa do bar a pessoa amiga, quando brasileira, sempre falava 'é chocolate brasileiro, prova', e apresentava para os gringos, que experimentavam e gostavam, porque é um doce que não existe lá fora", diz.

Apesar de ter se tornado um "expert" na produção de brigadeiros, Ricci não atribui o sucesso das vendas ao produto em si, mas à história por trás das vendas, que motiva as pessoas a contribuírem com seu projeto.

Árbitro de basquete da categoria nacional do país, Ricci acredita que assistir ao campeonato mundial pode aumentar suas chances de conseguir se tornar um árbitro de categoria internacional.

"Meu tipo de serviço não é nem tão sofisticado quanto o de gente que vende doce à noite em Brasília. Tem qualidade, vem bastante dinheiro, mas tenho certeza de uma coisa: o que faz vender é a história em si e o preço. Não é uma coisa vazia. Se chego até a mesa e ofereço o brigadeiro a R$ 1, ninguém quer comprar. Mas quando falo que vendo brigadeiro para juntar dinheiro para pagar minha viagem de intercâmbio, tem outra conotação, tem a identificação de pessoas que já foram ou têm vontade de ir para fora. Isso é unânime, todo mundo tem vontade de viajar."

Além da viagem conquistada, o árbitro afirma que vai levar como bagagem da experiência a liberdade de poder viver como ele decidir.

"O que consegui perceber desse tempo é que a gente cria paradigmas no estilo de emprego e na forma de ganhar dinheiro que a gente tem que ter em Brasília. Existe uma cultura muito grande de concurso público, de formação acadêmica muito exacerbada, em que a gente tem que ser superformado, mas tem milhares de graduações e não sabe fazer nada", afirma.

"O que a gente precisa de verdade é sobreviver, é ganhar seu dinheiro para fazer suas coisas, seu projeto. Dizem que você pode ficar velho e que precisa ter um projeto de vida, mas esse projeto pode acontecer sendo funcionário público, tendo um restaurante ou vendendo brigadeiro."

Fonte sonoticiaboa.band.uol.com.br

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